Armazenamento digital e os diferencias das cloud computing

Desde o início da era digital, quando os sons e imagens passaram a ser, também, virtuais, as pessoas sempre buscaram formas de guardar lembranças que já que não eram mais físicas, como fotografias, músicas, vídeos, documentos, sistemas erp entre outros. Com o avanço desses arquivos digitais, diversas formas de armazenamento foram surgindo e evoluindo de espaço e de estrutura.

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Parte da história do armazenamento digital

Ainda na década de 50, surgiu o primeiro computador com sistema de armazenamento em disco, os “discos rígidos” - conhecidos como HD – que tinha capacidade de guardar até cinco megabytes.
Na década de 60, as fitas cassetes capturavam e armazenavam os áudios. Os disquetes, na década de 70, disponibilizam 80 kb (Kilobyte) para gravar documentos ou alguns trabalhos de escola.

Depois veio o fino CD-ROM com mais armazenamento, possibilitando gravar dados e músicas e, posteriormente, permitindo regravações. Na década de 90, os ZipDrives superaram os espaços de armazenamento dos demais dispositivos – 750 Mb! - aprimorando a velocidade de transferência de dados. Ainda nessa época, surgiram os DVDs, com o objetivo de armazenar arquivos diversos e, também, os cartões de memória, portáteis e com muita capacidade de armazenamento.

Por fim, no século 21, o pendrive surgiu com mais rapidez e maior capacidade de memória, caindo no gosto popular. Hoje em dia, quem não tem um pendrive?

Mas a internet, atualmente, é a responsável por armazenar todo o conteúdo que produzimos. Essa memória na rede é conhecida como nuvem ou cloud computing (no português, computação de nuvem). Atualmente, nuvem é um dos principais temas em debate no mundo.

As nuvens começaram a ganhar força alguns anos atrás e referem-se à ideia de armazenar as ‘pegadas digitais’ na internet, dispondo de uma memória praticamente ilimitada. Na prática, é a substituição de toda uma infraestrutura física de TI – servidores, armazenamento, bancos de dados, redes, softwares, entre outros – para uma estrutura digital.

A nova forma de armazenamento de uma sociedade informatizada que gera informação a cada milésimo de segundo já é realidade na maioria dos ambientes que habitamos, como casas, escolas, empresas, estabelecimentos. Locais que optam por armazenar suas informações nas nuvens podem acessar seus dados com segurança diferenciada e de maneira remota, ou seja, de qualquer lugar.

Além de não estar sujeito a danos, o que pode comprometer o armazenamento dos arquivos, o backup nas nuvens são completamente onlines e isso oportuniza acesso às informações em grupos e em tempo real sem precisar compartilhar do mesmo ambiente. Diferente de um dispositivo, é possível dar um upgrade na memória de acordo com a necessidade de armazenamento. As nuvens também reduzem os custos com equipamentos, sala climatizada e segurança.

Existem três tipos de nuvem com diferenças de recursos e controle: nuvem pública, privada e híbrida. Para implementar esse tipo de armazenamento e passar a contar com todas suas vantagens no seu dia a dia, é possível contratar uma empresa especializada em tecnologia da informação que ajuda a escolher o que melhor atende às suas necessidades.

Desenvolvedores de softwares do mundo inteiro estão criando novas soluções para os ambientes que nos cercam. Tecnologia, confiabilidade e acessibilidade em todos os processos que constituem a segurança das nossas informações são apenas algumas das inúmeras vantagens da nuvem, uma das grandes protagonistas de um novo mundo cada vez mais rápido e tecnológico.